oleo de baru

Óleo de Baru

O óleo de baru e extraído do baruzeiro (Dipteryx alata Vog.), uma espécie de árvore leguminosa que ocorre no Brasil central. Considerada grande fixadora de nitrogênio no solo, ocorre em solos considerados mais férteis e é encontrado em grande abundancia no cerrado. O óleo de baru e constituído principalmente por aminoácidos, ferro, ácidos graxos como ômega 6 e ômega 9 e vitamina E (α- tocoferol).

Ação terapêutica: – Fonte de ferro; – Fonte de aminoácidos; – Previne a hipertensão; – Reduz o LDL colesterol (“colesterol ruim”); – Auxilia a regular o ciclo menstrual; – Regula os níveis de glicose no sangue;

Propriedades e Mecanismo de ação: O baru é um fruto de ocorrência abundante no cerrado brasileiro. Relatos isolados baseados na medicina caseira sugerem que o óleo extraído da amêndoa tem ação antirreumática e apresenta propriedades sudoríferas, tônicas e reguladoras da menstruação. A amêndoa é rica em ácidos graxos insaturados (ácido oleico – ômega 9) e acido linoleico (ômega 6) e α-tocoferol. Essa composição química desperta a possibilidade para a pesquisa clínica, já que a utilização de gorduras mono e poli- insaturadas, fibras e nutrientes antioxidantes fazem parte da conduta nutricional indicada pela diretriz de síndrome metabólica. O baru é um fruto do cerrado comprovadamente rico em sabor, nutrientes, e aminoácidos.

Os aminoácidos formam a estrutura das proteínas e são essenciais para o corpo humano e auxiliam no reparo, crescimento e desenvolvimento do tecido muscular. Os aminoácidos também influenciam no humor, concentração, atenção e sono. O baru também é rico em ferro, recentemente pesquisadores da UNB (Universidade de Brasília), demonstrou que em 30 gramas equivalente a ½ xícara de chá contém 1,4 miligrama do mineral que combate a anemia. Oferece também boas quantidades de zinco, substância que exerce papel fundamental na maturação de células do sistema imunológico, fósforo e magnésio que atuam na mineralização óssea.

Testes clínicos:

Composição Química: Um considerável número de espécies arbóreas constitui a flora brasileira, em alguns casos, seus frutos revelam-se boas fontes de nutrientes. Objetivando contribuir nessa área, foi determinada a composição química da semente e o óleo de baru, nativo do Município de Pirenópolis, Estado de Goiás. A metodologia analítica para a determinação da composição centesimal aproximada da semente em ácidos graxos de seu óleo seguiu o descrito nas “Normas Analíticas do Instituto Adolfo Lutz” (1985), o método enzimático – gravimétrico de Lee para as fibras totais, e a técnica da Espectrometria de Emissão Atômica com Plasma de Argônio Indutivamente Acoplado (ICP- AES) para os minerais. A semente de baru apresentou teores relativamente

elevados de lipídios (38,2g/ 100g) e proteínas (23,9g/ 100g), além de valores significativos de fibras alimentares (13,4g/ 100g) e de minerais, como potássio (827mg/ 10g), fosforo (358mg/ 100g) e magnésio (178 mg/ 100g), sugerindo seu emprego na alimentação humana, desde que não contenha substâncias tóxicas e alergênicas. O óleo também revelou um elevado grau de instauração (81,2%), conteúdo de α-tocoferol (5,0mg/ 100g) e composição em ácidos graxos semelhantes ao óleo de amendoim, destacando-se os ácidos oleicos (50,4%) e linoleico (28,0%).

Caracterização de Proteínas do Baru: O baru contém uma semente com alto teor de proteínas, cujas propriedades tem sido pouco exploradas. O objetivo desse estudo foi caracterizar a proteína, especialmente através do isolamento e quantificação de suas frações e medir algumas de suas propriedades moleculares. Como resultado foi possível observar que as sementes de baru possuem 244 g Kg (-1) proteína em uma base de peso seco. Perfis de solubilidade mostrou uma preponderância das globulinas. Esta fração dominou a composição das sementes, com 61,7% em peso das proteínas totais solúveis. Albuminas e gluteínas representaram 14 e 3,3% em peso, respectivamente, SDS- PAGE resolução de albumina e globulina mostrou bandas principais com pesos moleculares de 84 kDa e 64 kDa, 66 e 73, respectivamente. A proteína total da farinha e da globulina mostrou valores de digestibilidade in vitro de 85,59% e 90,54% em relação a caseína. A globulina total produziu apenas um pico cromatográfico, tanto em Sepharose CL-6B e filtração em gel em colunas de permuta iônica em DEAE- celulose, eluição com uma concentração de 0,12 mol (-1) de NaCl. Com o estudo foi possível concluir que a semente de baru tinha elevado teor de proteínas de armazenamento.

Reações adversas: Não há relatos ate o momento, nas literaturas pesquisadas.

Contraindicações: Não ha contra indicações ate o momento nas literaturas pesquisadas, mas e sempre aconselhável consultar um profissional habilitado para prescrição.

Posologia: Sugere-se a dosagem 3 capsulas de 500mg ao dia . *Dosagem sugestiva com prescrição e avaliação do profissional habilitado.

Compatibilidades e farmacotécnica: Não há relatos ate o momento, nas literaturas pesquisadas.

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