Gamavit (Óleo de Prímula E Óleo De Borragem)

Óleo de prímula ?

A Prímula é uma planta originária da América do Norte, também conhecida como “evening primrose”, pois suas folhas se abrem ao entardecer. óleo de prímula é retirado das sementes desta planta e seu uso apesar de ainda não ter sido comprovado cientificamente, tem mostrado efeitos positivos principalmente para mulheres durante o período pré-menstrual, amenizando os sintomas da tensão pré-menstrual (TPM) e também atenuando a sintomatologia causada pela menopausa.

 

Como o óleo de prímula funciona

Rico em ácidos graxos essenciais, o óleo de prímula é fonte de um tipo de ômega-6, o ácido graxo gama-linoleico (GLA) que não é produzido pelo organismo.

Durante o período menstrual, o corpo produz uma serie de prostaglandinas que são substâncias inflamatórias, e o GLA contido no óleo de prímula interfere nessa produção, minimizando alguns sintomas, tais como:

  • cólicas
  • sensibilidade mamaria
  • cólon irritável
  • compulsão por carboidratos
  • inflamação associada a endometriose.

Já durante a menopausa, o óleo de prímula promove maior sensação de bem-estar e minimiza os afrontamentos ou fogachos (sensação repentina de calor), típicos deste período.

 

Benefícios do óleo de prímula

Além de atuar na modulação dos hormônios femininos, o óleo de prímula ainda promove outros benefícios:

  • Auxilia no tratamento de distúrbios da pele como acne, eczema, dermatite e psoríase;
  • Contribui para redução da dor e inflamação nos casos de artrite e artrite reumatoide;
  • Colabora para o fortalecimento do sistema imunológico;
  • Auxilia no controle dos níveis de colesterol;
  • Pode ter efeito positivo em crianças hiperativas;
  • Melhora o fluxo sanguíneo e reduz a resposta a hormônios envolvidos no aumento da pressão arterial.

Óleo de Borragem ?

O óleo de borragem extraído das sementes da planta Borago officinalis, um arbusto cultivado em jardins cujas folhas podem ser usadas como tempero e também medicinalmente. As flores da borragem são comumente azuis e suas pétalas simétricas formam uma estrela perfeita. As flores e as folhas são usadas em infusões contra febre, tosse, e depressão.

O ácido graxo presente no óleo de borragem é o GLA (ácido gama-linoleico), também conhecido como ômega 6. O corpo pode converter o ômega 6 em um composto anti-inflamatório chamado prostaglandina, que pode agir para aliviar sintomas de doenças autoimunes, doenças de pele, tensão pré-menstrual, cólicas e outras condições inflamatórias.

Para que serve o óleo de borragem

Tanto as flores quanto folhas e o óleo das sementes de borragem são utilizados como medicamento por diversos povos.

O óleo de borragem é utilizado principalmente para desordens da pele, incluindo eczema, dermatite seborreica e acne. Ele também serve como hidratante para amaciar a pele e como tratamento natural antienvelhecimento da pele.

Por ter propriedades anti-inflamatórias, também é utilizado contra artrite reumatoide, síndrome pré-menstrual, diabetes, síndrome de angústia respiratória aguda (SARA), bronquite, resfriado e como sedativo.

O óleo também é usado para tratar insuficiência adrenal, um problema hormonal que requer uma purificação do sangue para aumentar o fluxo de urina.

Composição de óleo de borragem

O óleo de borragem contém macronutrientes (proteínas, carboidratos, fibras e gorduras), vitaminas (A, C, niacina, colina, tiamina e riboflavina) e minerais. Ele também é carregado com ácidos graxos saudáveis, o que o diferencia de outros óleos à base de plantas.

Principais benefícios do óleo de borragem para a saúde 

  1. Pode tratar artrite reumatoide

De todas as doenças autoimunes para as quais o óleo de borragem serve, a artrite reumatoide é a condição mais estudada até agora e também para a qual mais benefícios são apontados.

Trata-se de uma doença crônica, uma inflamação dolorosa das articulações que geralmente requer a utilização de medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, também conhecidos como AINEs, que geralmente apresentam efeitos colaterais indesejados.

Os autores de um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition analisaram os dados de vários testes feitos inclusive pessoalmente e concluíram que o ácido graxo presente no óleo de borragem pode proporcionar alívio dos sintomas e, possivelmente, reduzir a necessidade de analgésicos em pacientes com inflamações nas articulações.

  1. Promove a saúde da pele

Dermatites como eczema e psoríase são distúrbios que muitas vezes não respondem a medicamentos de prescrição comuns e para as quais remédios naturais acabam sendo a melhor indicação.

O óleo de borragem pode ser ingerido ou usado topicamente para aliviar estas e outras condições inflamatórias da pele.

Há diversas pesquisas clínicas encorajadoras quanto ao uso deste óleo para tratar dermatites. O estudo mais conclusivo neste momento é o que foi publicado no British Journal of Nutrition, que relatou bons resultados no uso do óleo de borragem para tratar irritações e secura da pele.

  1. É um grande aliado da saúde da mulher

Devido às suas propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, o óleo de borragem pode ser útil para o tratamento de uma grande variedade de condições de curto e longo prazo na mulher. Muitas mulheres relatam que tomar óleo de borragem alivia os sintomas da tensão pré-menstrual como a sensibilidade mamária, ansiedade, erupções cutâneas, estresse e as dores das cólicas. Ele também já foi citado como aliado pra o tratamento da endometriose, dos sintomas da menopausa, incluindo os suores noturnos e até para a promoção da produção do leite materno.

  1. Auxilia no controle de distúrbios respiratórios

O óleo de borragem é muito utilizado na medicina popular para tratar tosse e dores de garganta. Ele contém uma substância gelatinosa chamada mucilagem que acalma as membranas mucosas.

Este óleo também é indicado para ajudar a melhorar a função dos pulmões, especialmente em pessoas com infecções respiratórias e com síndrome da angústia respiratória aguda (SARA). Pesquisas mostram que as pessoas podem tomar suplementos de óleo de semente de borragem em cápsula para acelerar o tempo de cicatrização associado à tosse, ao resfriado e à gripe, e a controlar inflamações que podem comprometer as funções respiratórias.

  1. Pode ajudar a reduzir a gordura acumulada e o ganho de peso

Aqui está uma boa notícia para quem luta contra o ganho de peso. Estudos encontraram evidências de que o GLA encontrado no óleo de borragem diminui o acúmulo de gordura corporal em comparação com óleos vegetais mais refinados.

Na prática, o consumo de GLA ou ômega 6 resultaria em maior acúmulo de tecido adiposo marrom e menor de tecido adiposo branco.

Cientistas explicam que isto é benéfico porque eles acreditam que as pessoas magras tendem a ter mais gordura marrom do que as pessoas com sobrepeso ou obesos, e que a gordura marron pode agir mais como musculo do que gordura branca. Um estudo de laboratório feito no Japão sugere que dietético o GLA reduz o acúmulo de gordura corporal através de um aumento de atividade dos genes que controlam o crescimento do tecido adiposo marrom em comparação ao crescimento do tecido adiposo branco.

  1. Benefícios do óleo de borragem na aromaterapia

Na aromaterapia, o óleo de borragem pode ser usado inalado ou vaporizado, ou como óleo veicular para os óleos essenciais mais concentrados. Ele também combina bem com óleos finos facilmente absorvíveis como o de jojoba, rosa mosqueta, e de amêndoas doces. Ele é conhecido por ter um efeito revigorante e agir sobre o ânimo e pode ajudar a melhorar o humor e aliviar os sintomas de depressão.

 

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Suplementação de vitaminas na infância

Criar hábitos saudáveis de alimentação desde cedo não é tarefa fácil. A falta de apetite, as caras feias ao comer determinados vegetais, a recusa ao cuspir alimentos e a afinidade natural com os sabores doces são alguns dos pontos recorrentes nas queixas de pais e mães. A melhor forma de evitar essas situações é promover uma introdução alimentar que já considere a importância da diversidade e qualidade nutricional. E, nesse ponto, as vitaminas são essenciais. O organismo humano precisa de pequenas quantidades de vitaminas para o bom desempenho de funções como a formação de tecidos, o aumento da resistência dos dentes e dos ossos e o processo de cicatrização.

Vitamina C

Consumir bastante vitamina C é sinônimo de dentes, músculos e ossos fortes e resistentes. O composto também desempenha papel fundamental no sistema imunológico, aumentando a resistência contra o aparecimento de infecções e auxiliando no processo de cicatrização. Sua carência pode culminar no aparecimento de escorbuto, uma doença rara que, embora assintomática no início, pode provocar deformações nos ossos e articulações, além da fraqueza nos dentes e incapacidade de curar infecções e estancar cortes, mesmo pequenos.

Além do leite materno, a vitamina C é abundante em frutas cítricas como limão, laranja, mexerica, tangerina, melão, melancia, morango e kiwi. Vegetais de folhagem verde escura também são ricos no composto.

Vitamina D

Essencial no crescimento e desenvolvimento dos ossos e dos dentes das crianças, a sua carência pode acarretar o aparecimento de raquitismo, que constitui no amolecimento e enfraquecimento das estruturas ósseas, prejudicando a resistência. De todas as vitaminas, essa é a única que o corpinho dos pequenos é capaz de fabricar, num processo protagonizado pela exposição das crianças aos raios solares.

Conforme os bebês vão crescendo, a tendência é que seu organismo seja capaz de produzir a quantidade adequada para o seu funcionamento adequado. O nutriente pode ser encontrado em carnes, peixes como sardinha e salmão, frutos do mar como mariscos e outros derivados de origem animal, como leite, ovo, fígado e queijos, além de cogumelos.

Vitaminas do complexo B

Conforme o próprio nome sugere, trata-se de uma família de vitaminas: B1, B2, B3, B5, B6 e B12. Esses seis compostos desenvolvem função crucial na formação dos glóbulos vermelhos, como são chamadas as células do sangue, no bom funcionamento do sistema neurológico, na regulação e produção da energia do corpo, no fortalecimento do sistema imunológico, além da saúde da pele, dos cabelos e do intestino. Dietas que são livres de carne podem favorecer a deficiência da vitamina B12, ocasionando o aparecimento de doenças como a anemia. Os alimentos ricos em vitaminas do complexo B são peixes, fígado, abacate, castanhas e vegetais de folhagem verde-escura.

Alimentação do bebê: como lidar com a recusa

Preparar a alimentação do bebê com amor e carinho pode não ser suficiente para fazê-lo limpar o pratinho – como ele provavelmente fazia quando começaram as primeiras papinhas. Isso acontece porque, conforme ganha independência, a criança começa a manifestar suas vontades e a hora da refeição pode virar um momento de choradeira, gritaria e papinha voando por todos os lados.

É natural que os pais se preocupem com a alimentação do filho – principalmente quando ele não quer comer. No entanto, é perfeitamente normal que a recusa aconteça. Por vezes, a criança vai aceitar apenas os alimentos que prefere. Mas, desde que, em geral, esteja consumindo alimentos variados, não há motivo para se preocupar.

O importante é fazer as consultas regulares ao pediatra, que vai monitorar o crescimento e ganho de peso e poderá indicar outras condutas nutricionais, caso necessário.

 

Por que o bebê se recusa a comer

Os bebês recusam a comida por vários motivos: podem estar cansados, distraídos, doentes ou simplesmente satisfeitos. A partir de um ano de idade, o apetite também costuma diminuir, até porque a velocidade de ganho de peso diminui. Se nos primeiros meses de vida a criança chega a ganhar um quilo ao mês, entre o primeiro e o segundo aniversário o acréscimo de peso é de cerca de dois quilos, de acordo com os dados da Sociedade Brasileira de Pediatria.

O importante é que os pais saibam que, sempre que tiver fome, o bebê irá pedir por comida. Se ele tocar na colher ou afastá-la da boca, provavelmente quer dizer que já comeu o suficiente. Quando novos alimentos entram na dieta, o bebê também tende a recusá-los. Esse período de adaptação é comum e pais e cuidadores precisam ter paciência para insistir, apresentando o alimento de diferentes formas.

Como lidar com a recusa

Faça suas refeições no mesmo horário em que oferece a comida ao filho. Ver os pais comerem pode estimular a criança

Respeite os horários das refeições e acostume seu filho a comer nos lugares apropriados para isso

Elogie quando o bebê estiver comendo, mesmo que pouco.

Se o seu filho recusar a comida, não o force. Por mais frustrante que seja, tente acalmá-lo e, depois de um tempo, ofereça outra vez

Seu bebê pode comer devagar, então seja paciente.

Usar comida como recompensa não é recomendado. Prefira recompensá-lo com uma ida ao parque ou brincadeira.

Explique sobre as cores dos alimentos, sua consistência (se são macios, duros etc), como são gostosos e importantes para a saúde.

Se você conhece outros bebês ou crianças que se alimentem bem, tente marcar para que façam uma refeição juntos. Seu filho poderá seguir o bom exemplo.

Tenha em mente que o gosto muda. Em um dia, seu bebê pode adorar mandioquinha. No outro, pode jogar a mandioquinha para o alto.

Mudar a forma como os alimentos são apresentados pode ajudar.

 

Atividade física para criança: quais e a partir de qual idade

Atividade física para criança: veja por fases de desenvolvimento

A partir dos seis meses

O lactente deve ter liberdade para se mover de acordo com o seu nível de desenvolvimento. Colocá-lo em um cercadinho permite que observe o ambiente, brinque, agarre brinquedos, puxe e empurre objetos, mova a cabeça e o corpo e possa se apoiar para ficar em pé.

A natação é um esporte indicado para bebês que ainda não sabem andar. Há muitos benefícios em deixá-lo cair na água, bater as perninhas e se divertir bastante. Nadar ajuda o bebê a desenvolver suas competências físicas e a trabalhar os músculos, além das competências sociais e até linguísticas.

A partir dos 10 meses

O bebê pode começar a engatinhar a qualquer momento.  O ideal é que tenha bastante espaço para engatinhar e começar a andar com apoio, quando chegar a hora. O ambiente deve ser seguro e supervisionado por um adulto.

Um a três anos

Parece difícil pensar em um bebê sedentário, mas pode acontecer. Estimule-o a brincar e a se manter ativo durante o dia. Nada de deixá-lo assistir a desenho no celular, deitado na cama, por horas a fio.

Quatro a sete anos

Nesta idade, a criança deve ser estimulada a correr, pular, subir e descer e a experimentar tudo que faz o corpo se mexer. Valem as primeiras experimentações com esportes de fato, mas não é indicado o foco em apenas uma atividade: direcionar a criança a apenas uma atividade pode privar o desenvolvimento de certos grupos musculares.

Oito a onze anos

A criança já pode começar a praticar esportes, mas sem dar ênfase no aspecto competitivo. O ideal é que exista uma associação de ginástica e jogos.

A partir dos 12 anos

A criança já pode praticar esportes com objetivos competitivos, visando resultados. O esporte é importante na formação do caráter porque desenvolve a sociabilidade, respeito às regras, empenho e o modo de lidar com vitórias e derrotas.

Por outro lado, o esporte pode acarretar lesões físicas (como fratura ou rompimento de ligamentos), desidratação pelo calor e sobrecarga psicológica. Portanto, é importante que pais e profissionais acompanhem as aulas e o desempenho da criança para assegurar que tenha maturidade biológica suficiente e não fique sobrecarregada. Crianças da mesma faixa etária podem ter diferenças de maturação, então é preciso identificar o ritmo próprio de cada uma.

O principal papel dos pais é estimular a atividade física desde cedo e, posteriormente, os esportes. Isso significa não pressionar a criança nem estabelecer metas muito ambiciosas. Já o professor deve controlar a intensidade do treinamento, levando em conta a idade e o desenvolvimento de cada aluno.

A criança deve ter o direito de não ser um grande atleta e não deve ser cobrada em excesso. O ideal é que a atividade física programada seja realizada cinco vezes por semana (no mínimo três dias e nunca sete dias por semana).

Os esportes, assim como os bons hábitos de alimentação, são aliados da saúde. Adotando uma atitude correta em relação à atividade física, a vida da criança fica mais saudável e feliz.

 

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